Site-mobile-friendly

Antes de começar a falar sobre a importância e características de um site mobile friendly, gostaríamos que você reparasse no tipo de plataforma está usando para ler este post. Se estivesse no início de 2010, diríamos que quase 100% dos leitores estariam lendo em um computador desktop. Porém, agora, em 2016, não perderíamos se apostássemos que a metade está lendo de um celular ou tablet, concorda?

Se sua resposta foi positiva, ela ilustra a importância de uma empresa ter um site mobile friendly nos dias de hoje. Afinal, milhões de internautas utilizam desse dispositivo para obter informações e fazer compras pela internet. Mas o que isso realmente significa? E quais são as consequências de não se ter um site mobile friendly? Essas e outras respostas você pode descobrir a seguir!

»O que é um site mobile friendly?

É sempre melhor começar do básico. Por isso, vamos deixar claro a definição de um site mobile friendly: é aquele adaptado para os aparelhos celulares, ou seja, que oferece disposição dos conteúdos de forma a facilitar a navegação, leitura e acesso dos usuários. Atenção: se, ao abrir um site, ele apenas redimensionar o modelo da versão que aparece no desktop no celular, ele não é mobile friendly, ok?  

1Site-mobile-friendly--tudo-o-que-você-precisa-saber

»Saiba qual a diferença entre sites mobile e responsivo

Se você já ouviu falar em site responsivo ou mesmo conhece o que significado dessa palavra, pode estar se perguntando se site mobile friendly e responsivo não seriam a mesma coisa. A pergunta é pertinente e a breve resposta é que os dois termos não são sinônimos, embora alguns pontos de suas definições se cruzem em certos momentos.

Para deixar claro, um site responsivo é aquele que irá adaptar-se a qualquer dispositivo ajustando ao tamanho da tela e também o conteúdo de maneira a não comprometer a experiência do usuário. Para fazer isso, o sistema utiliza de media queries – códigos de programação da linguagem CSS3 – para programar o código de forma que ele se escolha, por exemplo, itens que aparecerão no desktop mas não em um Ipad e seu formato. Isso geralmente é feito para manter uma boa navegabilidade e não interferir nos caminhos básicos que o site deve oferecer.

Por outro lado, o mobile friendly, é pensado especialmente para os dispositivos móveis e que não são vistos em computadores. Nesse caso, ele funciona como um segundo site, mesmo que os documentos, como imagens, utilizados sejam os mesmos, os códigos são outros. Em alguns casos, empresas costumam criar até um subdomíniio, como usualmente iniciado pela letra “m”, como m.seudominício.com.br.

»Mobile ou responsivo: qual o melhor?

Resta agora responder à pergunta: qual dos dois é melhor? Bem, isso vai depender muito da situação de seu atual site, mas já adiantamos que o site responsivo entrega mais versatilidade do que mobile. Nesse caso, você poderá usar o mesmo código e conteúdo tornando o trabalho mais eficaz. A verdade é que esse modelo de site contempla quase todas as vantagens do mobile e as expande, por exemplo, quando sistema de gerenciamento de conteúdo, tais como WordPress, são utilizados. Nesses casos, a atualização é mais simples porque você precisa alimentar apenas um site e os media queries farão todo o restante do trabalho para adaptá-lo às diferentes telas. Além disso, não queremos confundir os mecanismos de busca, não é? A equação parece válida: ter apenas um código com um conteúdo, converte em um (bom) resultado.

»Site responsivo: uma obrigação

Uma pesquisa realizada pela Our Mobile Planet constatou que 94% das pessoas nos EUA utilizam os celulares para fazer buscas sobre informações locais. Já no Brasil, a empresa Nielsen IBOPE constatou, também por meio de uma pesquisa, que 68,4 milhões de brasileiros no primeiro trimestre de 2015 utilizaram smartphone como meio para acessar a internet. Além disso, descobriu-se que a média de acesso entre homens (51%) e mulheres (49%) é praticamente igual e que as classes C, D e E sozinhas representam 36% desses acesos.

Esses números superlativos mostram como, mais do que nunca, empresas dos mais diversificados ramos devem ter seus meios de comunicação, nesse caso o website, adaptados à demanda dos sites mobile friendly ou responsivo. Aquelas que não estiveram adaptadas, com certeza perderão acessos, clientes e, consequentemente, negócios.

site mobile friendly

»Google e os sites mobile friendly

Já deixamos claro o quão importante para o seu negócio que o site de sua empresa esteja adaptado para ser acessados por celulares e tablets. Se você ainda não ficou convencido, vamos apresentar mais um (excelente) motivo: o Google!

Desde fevereiro de 2015, o sistema de busca do maior buscador do mundo mudou seus algoritmos de forma a privilegiar o ranqueamento de sites que são amigáveis aos celulares. “O que isso significa?”, você deve estar se perguntando. Bem, sendo o mais objetivo possível, isso significa que se seu site não for mobile friendly ou responsivo ele perderá pontos na listagem em busca feitas em celulares e, consequentemente, o tráfego de seu site diminuirá. Imagine o problema que isso pode causar para um e-commerce, por exemplo!

Vale lembrar que o Google rastreia página por página de todos os sites. Portanto, de nada adianta transformar apenas a home em friendly. Se você ficou curioso para saber se sua página é ou não amigável aos olhos do buscador, você pode fazer um rápido teste acessado o teste de compatibilidade oferecido pela empresa.

»E agora, como faço para ter meu site mobile friendly?

Ao desenvolver um site para dispositivos móveis, seja ele responsivo ou mobile, é preciso pensar em vários detalhes, como o que acontecerá quando o celular for segurado pela pessoa, detalhes do design, como quais ícones são melhores para telas pequenas e a lista segue com outros vários tópicos. Levando em consideração a necessidade de se ater a tanto detalhes, é indicado que profissionais experientes estejam envolvidos no processo. Assim, você e sua empresa vão chegar ao melhor resultado.

Agora, queremos saber: como está sua empresa nesta questão de ter um site mobile friendly? Conte para a gente deixando um comentário abaixo.

Você também pode gostar

10 motivos para suas campanhas não estarem convertendo

10 motivos para suas campanhas não estarem convertendo

Campanhas que não convertem geralmente falham por erros evitáveis: público mal segmentado, objetivo de campanha errado, criativos fracos, landing pages desalinhadas ou ausência de estratégia de funil. Identificar qual desses problemas afeta sua campanha é o primeiro passo para reverter os resultados. Você investe tempo, dinheiro e energia em uma campanha. Os anúncios rodam, o alcance parece bom, os cliques aparecem. Mas as vendas? Silêncio total. Esse cenário é muito mais comum do que parece. A maioria dos problemas de conversão não está no canal nem no valor investido. Está na estrutura da campanha. E a boa notícia é que erros de estrutura têm solução. A seguir, veja os 10 motivos mais comuns que impedem suas campanhas de converter, e o que fazer em cada caso. Por que campanhas com bom alcance ainda não geram vendas? Alcance e conversão são métricas diferentes. Uma campanha pode atingir milhares de pessoas e gerar zero vendas se a mensagem errada chegar ao público errado, ou se a experiência após o clique não sustentar a promessa do anúncio. Antes de aumentar o investimento, vale entender o que está travando os resultados. 1. Público errado ou mal segmentado Quando a campanha fala com pessoas que

Como escolher palavras-chave: 8 métodos infalíveis

Como escolher palavras-chave: 8 métodos infalíveis

Escolher boas palavras-chave começa com pesquisa em ferramentas especializadas, análise da concorrência e compreensão da intenção de busca do usuário. Combine termos de cauda longa, observe tendências sazonais, integre dados do Google ADS e monitore os resultados de perto. Por fim, crie conteúdo otimizado que responda exatamente ao que seu público procura. As palavras-chave certas funcionam como uma ponte entre o que as pessoas digitam no Google e o que sua empresa oferece. Quando essa ponte está bem construída, o tráfego chega qualificado, pronto para virar contato ou venda. Quando está mal feita, você atrai visitantes que saem em segundos. O problema é que muita gente escolhe palavras-chave no chute, baseando-se apenas em suposições sobre o que o cliente buscaria. O resultado costuma ser frustrante: páginas bem escritas que ninguém encontra. A boa notícia é que existe método. Com as estratégias certas, dá para identificar os termos com maior potencial de retorno e construir uma presença digital que realmente gera resultado. A seguir, você confere oito métodos comprovados para acertar nessa escolha. Por que a escolha de palavras-chave é tão importante? Cada busca representa uma intenção. Alguém que digita “criação de lojas virtuais” tem uma necessidade clara e está perto

WhatsApp